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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alimentação Infantil - Parte 1

Iremos discurtir sobre a importância da Alimentação Infantil que preocupa muitas mamães e/ou responsável, por não ser uma tarefa fácil para a grande maioria, mais que são de grande relevância para um crescimento saudável dos seus filhos. Nessa primeira parte irei abordar sobre como deve ser a alimentação de crianças apartir do 6º mês de vida até 1 ano de idade.

Até o 6º mês de vida do bebê o alimento mais apropriado para eles com certeza é o leite materno, onde oferece todos os nutrientes necessários para o seu crescimento e desenvolvimento normal, além de estreitar o laço entre mamãe e o bebê sendo um momento único para ambas as partes. E esse aleitamento deve se estender até os 2 anos de vida.





Apartir do 6º mês

     Essa fase é muito importante para a formação dos hábitos alimentares saudáveis, pois é nesse momento que a criança passa a conhecer a infinidade de sabores que a acompanharão pelo resto de sua vida. Alimentação complementar, como o próprio nome diz, é para complementar o leite materno e não para substituí-lo e deve ser iniciada a partir do 6º mês, porque a partir dessa idade a criança já está pronta para receber novos alimentos. Crianças em aleitamento artificial devem receber novos alimentos a partir do 4º mês de vida, de acordo com orientação do médico ou do nutricionista.
     Para promover o crescimento e desenvolvimento adequados, a partir dessa idade é necessário começar a introdução de novos alimentos. Só o leite materno já não atende mais às necessidades da criança, podendo levar a uma desaceleração do seu crescimento e a um aumento do risco dela ficar desnutrida e apresentar falta de alguns micronutrientes essenciais para a sua saúde, como o ferro, a vitamina A e o zinco, entre outros. No início a quantidade de alimentos que a criança ingere é pequena. Há crianças que se adaptam facilmente a essa nova etapa e aceitam bem os novos alimentos. Outras precisam de mais tempo, o que não deve ser motivo de ansiedade e angústia para as mães. É normal que a criança rejeite as primeiras ofertas dos alimentos, pois tudo é novo: a colher, as formas dos alimentos e os sabores. Se o seu filho não conhece um alimento, faça com que ele prove um pedacinho. 
     Caso ele não queira comer e cuspa o alimento, não insista e sirva outro alimento no lugar. Espere uns dias e prepare o alimento que a criança não gostou de outra maneira, faça outra receita, tente pelo menos de 8 a 10 vezes (em dias diferentes e preparados de outras formas) até que a criança aceite o alimento. A alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança. O ambiente onde a criança e a família fazem as refeições deve ser tranquilo, sem discussões e sem gritos. Não ligue a televisão, o hábito de comer assistindo TV ou fazendo outra atividade impede que as pessoas prestem atenção na quantidade de alimentos que estão comendo.
      Todas as refeições devem ser feitas à mesa. Não saia andando pela casa, atrás da criança, com o prato de comida na mão. Mostre a ela que existe horário e lugar certo para fazer as refeições. Sempre que possível, faça pelo menos uma das refeições principais (café da manhã, almoço ou jantar) com seus filhos, isto ajudará a fortalecer o relacionamento familiar e criar hábitos alimentares mais saudáveis. Existem estudos mostrando que quando a alimentação é feita em família, as crianças comem alimentos mais saudáveis e se desenvolvem melhor; A mãe precisa aprender a reconhecer o que causa o desconforto na criança, se o que incomoda é fome, sede, sono, frio, calor, fraldas molhadas ou sujas. Ou se a criança tem dor ou se quer apenas receber carinho ou se quer colo. Não se deve insistir para a criança comer quando ela realmente não estiver com fome.


Continuaremos depois com outros artigos...

Fonte: Cartilha de orientação aos pais

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